Atividade/Ciência

Pesquisa busca resgatar a importância da arquitetura de São Luís do século XX

GRETE_SOARES_PFLUEGER_-_foto_1

Estudo realizado pela doutora em Urbanismo, Grete Soares Pflueger, da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), busca resgatar a importância da arquitetura de São Luís do século XX. Com a pesquisa, espera-se compreender as diferentes temporalidades da cidade sobre o olhar das tendências dos estilos arquitetônicos, ecléticos e modernos provenientes da Europa e dos Estados Unidos. Além de demonstrar a importância dos edifícios como símbolos da modernidade na cidade de São Luís e ressaltar as descaracterizações do processo de reabilitação e requalificação urbana.

O estudo é desenvolvido com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (FAPEMA), da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A pesquisa é fruto de vários editais da FAPEMA, entre eles bolsas de extensão e iniciação científica.

Para Grete Pflueger, pesquisar é uma atividade dinâmica que sempre suscita outras pesquisas e que nunca esgota. “Além disso, é um instrumento para o planejamento urbano da cidade, pois há vários prédios abandonados que poderiam ter outra utilização, por exemplo, habitação popular ou servir de sede para instituições acadêmicas”, observou a pesquisadora.

“São Luís passou por muitas mudanças na forma de pensar e viver a cidade, e, no final do século XIX e início do século XX, aconteceram as renovações urbanas que tinham como finalidade transformar o aspecto colonial da cidade em uma cidade moderna. Com isso, os planos urbanísticos deram origem a edifícios e avenidas que melhoraram as condições higiênicas, a ventilação e a iluminação de alguns locais. Surgiram, ainda, os imóveis nos estilos Moderno, Art Déco e Eclético na malha urbana de São Luís”, completou Grete.

Segundo a pesquisadora, o acervo vem sendo descaracterizado porque não há uma proteção específica, tão rigorosa quanto à do conjunto histórico. “Os órgãos e entidades competentes estão trabalhando nisso, mas essa noção da importância da arquitetura do século XX é nova, mesmo para os órgãos de preservação, pois só se preserva aquilo que já tem um tempo consolidado. Então, estamos no século XXI e o nosso olhar para o século XX está sendo agora”, destacou Pflueger.

Data: 08/05/2014

Fonte: www.fapema.br

Ilhas de compostagens em NY para melhorar a gestão do lixo

O que fazer com a montanha de lixo que as grandes cidades produzem todos os dias? Enquanto o consumo não diminui, tem gente que fica matutando para encontrar boas soluções. É o caso da equipe de arquitetos da Present Architeture, de Nova York, que criou um projeto genial – The Green Loop* -, que reúne dez ilhas de compostagens espalhadas pela cidade.

Todos os anos o município produz aproximadamente 14 milhões de toneladas de lixo, cerca de 30% é orgânico. Esse detrito todo demanda U$ 300 mil para ser encaminhado ao destino adequado – fora do estado!!– além do prejuízo ambiental, que vai de emissões de gases de efeito estufa a grandes depósitos de resíduos que só crescem.

O The Green Loop deverá ser construído no Rio Hudson e contempla horta comunitária e vasta área verde para uso de moradores e turistas. A compostagem aconteceria embaixo do espaço de convivência. Para dar conta da quantidade de lixo orgânico produzido na cidade, seriam necessárias dez ilhas.

É um projeto bastante inovador que, pelo que parece, ajudaria a melhorar a gestão do lixo de Nova York e seria um grande apoio para as iniciativas lançadas pela gestão do antigo prefeito, Michael Bloomberg. Ele planejava implementar serviços de compostagem na cidade e chegou a lançar programa-teste antes de sair.

No distrito de Staten Island, 3,5 mil famílias se voluntariaram para participar desse programa, que já deu bons resultados e permite estimativa animadora: que 100 mil toneladas diárias seriam poupadas, caso a medida fosse ampliada para a cidade inteira.

Não se sabe se o programa será continuado pelo novo chefe da administração municipal, Bill de Blasio. Quem sabe ele se inspira no The Green Loop para promover uma cidade ainda mais sustentável.

Veja mais imagens do projeto, abaixo:

Moradores em mutirão para cuidar da horta comunitária do The Green Loop

Trabalhadores responsáveis pela compostagem da cidade, na parte de baixo de cada ilha

O projeto contempla vasta área verde que seria bem aproveitada por moradores e turistas

Fonte: http://super.abril.com.br/

Emoticons têm mudado percepção cerebral humana

Criados em 1982, a partir do Smiley, os emoticons passaram a integrar a nossa comunicação escrita e atualmente são elemento comum principalmente no dia a dia de quem conversa pela internet.

No entanto, um estudo publicado no periódico Social Neuroscience em janeiro deste ano defende que, mais do que a representação de uma novidade comunicacional, este tipo de linguagem surpreendentemente realizou mudanças em nosso cérebro, fazendo com que ele passasse a ter novas respostas neurais a partir de algo criado culturalmente.

“Emoticons são uma nova forma de linguagem que estamos produzindo”, diz o pesquisador Dr. Owen Churches da escola de psicologia da Universidade Flinders, na Austrália. “E, para decodificar esta linguagem, nós temos produzido um novo padrão de atividade cerebral.”

Método do estudo

Churches aponta que rostos representam uma forma muito especial, de um ponto de vista psicológico. Ele diz que, quando olhamos a imagem de uma face real, nós reconhecemos a posição da boca em relação ao nariz e aos olhos, e, como resultado, partes muito específicas do nosso cérebro são ativadas.

Querendo descobrir se o mesmo se aplicava ao olharmos uma face representada por emoticons, o doutor fez testes com 20 pessoas, mostrando a elas rostos reais, emoticons e caracteres sem sentido e medindo, através de eletrofisiologia, os padrões de atividades elétricas nos cérebros dos participantes.

“Não existe nenhuma resposta neural aos emoticons que seja inata, bebês não nascem com isto. Antes de 1982 não havia nenhuma razão para que “:-)” ativasse áreas do córtex sensíveis a rostos, mas agora há, porque nós aprendemos que isto representa um rosto”, diz Churches. “Isto é uma resposta neural a partir de algo completamente criado através de um processo cultural. É uma coisa realmente incrível!”

Por enquanto, só funciona com o sorriso-padrão

Apesar dos resultados em sua maioria positivos, as áreas cerebrais não reconheceram como uma face a forma invertida do smiley, deixando claro que esta percepção só vale para o formato-padrão, desenhado da direita para a esquerda — dois pontos, hífen, parênteses.

Curiosamente, o interesse do pesquisador no assunto surgiu por consequência de emails que ele frequentemente recebia de seus alunos e que incluíam emoticons no texto.

Fonte: Tecmundo

Data: 17/03/2014

Acadêmicos realizam experiências laboratoriais no Polo de Viana

A Professora da disciplina de Metodologia do Ensino de Ciências e Química Do Polo de Viana, Marlete Macedo, inova ao ministrar disciplina através de várias experiências no laboratório.

Cerca de 30 alunos do 5º período de Química do Polo de Viana, analisaram os processos de fermentação através da experiência do vulcão de argila; e fabricaram cola da caseína – uma proteína existente no leite. Esta cola pode ser utilizada em papéis e madeira.

O objetivo das aulas práticas é buscar experimentos que despertem ainda mais o interesse dos alunos, facilitando o ensino aprendizagem.

“A sociedade hoje se nega a aceitar um procedimento com aulas exclusivamente expositivas e exigem do professor aulas dinâmicas e criativas que despertem o interesse dos educandos”, conclui a professora.

Por: Walline Alves

Data: 18/06/2013